Ao longo de milhões de anos cães e gatos sofreram adaptações evolutivas para sobreviver consumindo presas. A oferta de dietas industrialmente processadas, monótonas (de fórmula fixa), secas e à base de grãos (milho, soja, trigo) passa totalmente por cima desse aperfeiçoamento. É bem verdade que oferecer ração seca facilita muito a nossa vida, mas está bem distante da dieta ancestral canina e felina: naturalmente úmida, variada e pobre em carboidratos, predominantemente carnívora.
Cães descendem de lobos, predadores que não dispensam uma carniça. Sabendo disso, a gente até tolera alguns hábitos caninos meio nojentos, como rolar em passarinho morto, fuçar lixo e beber água do vaso sanitário. Mas existe um comportamento em particular que deixa qualquer tutor de cabelos em pé. Estou falando da coprofagia, termo chique para o nada chique ato de comer cocô. Eca!
A castração de animais é um assunto que gera muitas dúvidas para os donos. É seguro? Faz bem para o animal? Quando fazer? Acompanhe a entrevista com o médico-veterinário Luiz Carlos Nunes Arruda Júnior e tire suas dúvidas.
Cuidados com a alimentação e com o bem-estar dos animais de estimação já estão na rotina dos tutores. Mas, além disso, quem tem um pet em casa deve ficar atento, também, à carteirinha de vacinas. A vacinação é o método mais confiável e eficaz de proteger os cães e gatos contra doenças infecciosas (muitas vezes, até fatais, como cinomose, parvovirose e raiva). Por isso, é sempre bom ficar atento e manter a vacinação em dia.
